Por: Renato Varteresian Patriota
24/03/10
Vejo uma porta
Se abre de luz
Alimentam
Os olhos de desejos
Um sinal
Para a farta destreza
Não tenha medo
Sinta a luz e seu calor
Trazendo poder e medo
Será um jogo?
Uma historia?
O promiscuo
O ultimo beijo do incesto
É a ultima valsa da noite
A ultima
A liga
Auto controle
Teor
Combustão
Há ensejo nesse probo
Mas na linguagem
Da subversão humana
Tem consigo interesses pessoais
O pecar é visto proibido
O proibido denso amor
Os conservadores se intitulam
A alta instituição de censura
Que coroe para seus íntimos
Para suas mentes pecaminosas e cheia de orgias.
Onde praticam e usam a boa fé como escudo
Deixando as marcas
De flagelação aos corpos
Fingem e pregam, essa tal moral que não transparecem na sociedade e não condiz com realidade
Nem suas próprias vidas ocultando a verdade
São dois corpos lutando por amor
Saciando-se sem pudor
São dois corpos a procura de amor
Saciando-se sem pudor
E nem aos olhares da inveja dos lobos
sedentos por carnificina
Não vão dilacerar
Não vão corroer cordão da união
Ainda são capazes de enfrentar
E de se entregar com orgulho
Como se guerreia com a espada
O rei pela sua amada
Que conduz seu coração
No caminho da vitória
Pois suas terras tem mero valor
A liga
Auto controle
Teor
Combustão
Há choque de opiniões
Continua
Nas próximas colisões
Se abre de luz
Alimentam
Os olhos de desejos
Um sinal
Para a farta destreza
Não tenha medo
Sinta a luz e seu calor
Trazendo poder e medo
Será um jogo?
Uma historia?
O promiscuo
O ultimo beijo do incesto
É a ultima valsa da noite
A ultima
A liga
Auto controle
Teor
Combustão
Há ensejo nesse probo
Mas na linguagem
Da subversão humana
Tem consigo interesses pessoais
O pecar é visto proibido
O proibido denso amor
Os conservadores se intitulam
A alta instituição de censura
Que coroe para seus íntimos
Para suas mentes pecaminosas e cheia de orgias.
Onde praticam e usam a boa fé como escudo
Deixando as marcas
De flagelação aos corpos
Fingem e pregam, essa tal moral que não transparecem na sociedade e não condiz com realidade
Nem suas próprias vidas ocultando a verdade
São dois corpos lutando por amor
Saciando-se sem pudor
São dois corpos a procura de amor
Saciando-se sem pudor
E nem aos olhares da inveja dos lobos
sedentos por carnificina
Não vão dilacerar
Não vão corroer cordão da união
Ainda são capazes de enfrentar
E de se entregar com orgulho
Como se guerreia com a espada
O rei pela sua amada
Que conduz seu coração
No caminho da vitória
Pois suas terras tem mero valor
A liga
Auto controle
Teor
Combustão
Há choque de opiniões
Continua
Nas próximas colisões
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