Objetos no canto das ruas
metálicos refletem a poça de agua
A torre elétrica confundem
Ao som da cigarra
A cidade adentro a mata
A mata adentro a cidade
Guiando pelo frescor a face
Todas suas passagens
Já conhecia, pois sua
jornada.....atormentaria
Repetidamente horas futuras
Seu passado trazia o que passou
Seu presente o relógio
Run e Vodka sem parar, sem parar
Porque o mundo tanto em corrói!?!?
Tanto me ama e me destrói?
Em cima do mirante o condor
Ao toque leve,a pluma a visão
No curto perímetro, abismo ásperos
sensação de voar se perdia o chão
E não poderia mas voltar.....mas voltar
sonhando aqui de cima
Não estou morrendo
Não estou morrendo
Não estou morrendo
Neurônios se diz alimentados
De tanto brigar, de tanto amar
Neurônios se diz alimentados
De tanto falar, de tanto sangrar
A cidade adentro a mata
A mata adentro a cidade
Um quarto de papel laminado....lá fora
Dagda era chamado de "O Bom Deus",(Senhor de Grande Sabedoria), considerado mestre de todos os ofícios e senhor de todos os conhecimentos. O caldeirão da abundância, que nunca se esvaziava e uma harpa de carvalho.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
Oculares
28.11.2014
Vidas ditas estão
Vidas você é tão quão
Uns que são
Há vidas de paixões?!
No âmago destino
Pela cidade ao arredor
O olor da massa frenesi
O vento traz a chuva tempestuosa
Molhando sinuosas curvas,
no tecido de cetim
O pingo d’água escorre
Caindo ao canto da boca.
Caindo ao canto da boca.
Mexendo com libido
Fazendo adoração
Vidas ditas estão
Vidas você é tão são
Uns que são
Há vidas de paixões?!
terça-feira, 30 de setembro de 2014
Exequível Talismã
01/10/2014
Dogmas,religiões do século do mal
O jogo do poder sionismo europeu
Crianças putrefatas dando as mãos
Anuncia mais um jornalista que morreu.
Bombas refletem medo e dor
Nos olhos fermentado agonia
A humanidade tem que mudar
Trazendo paz e harmonia
Se há um mundo em chamas!?
São os canalhas bestas feras.
Que fazem tristeza em sinfonia.
O Alcorão sangrento, fé e violência
O manicômio de loucos totalitários
Vitimas do próprio veneno
És reles vil laços sanguinários!?
Jovens fanatizados ideologicamente
A política, religião faz ser crente?!
Islamistas, Al-Qaeda e EIIL partidários
Mulheres tratadas como lixos
Sem alguma alternativa
Doutrinam a burca como rebanho
A pele pálida sem vida
Maomé um deficiente em massa
Sua regra deturpada passa
Pois terão voz ativa

Negro repulsa todo ódio
Da Europa sionista vs islã
Vencedores e vencidos de guerra
A navalha corta o pedaço de lã
Do filho querido órfão
Perdido nas cruzadas armada.
A dança das ninfas da flauta de pã
Mascaras rasgam as simetrias
Dos destroços do prédio
Lobos nas frestas almejam
Um alvo daquele trapézio
Whisky,champanhe e vinho
Basilicata dentro do ninho
Era apenas, o sonho do remédio
Ao alvorecer toda fotografia
Faz a angustia dizimar
Aflição empunha lenço branco
Esse martírio vai terminar
Temperes suavizara vida
Reconstruir ou esta de partida?!
Ainda quero vê o lindo mar
Vê reluzente a primavera boreal
Nasce o solstício de verano
Dês o hemisfério norte e sul
Se encontram maestro soberano
Esperanças constituída com respeito
Uma pátria estufa o peito
Diz! liberdade sou deste oceano
Dogmas,religiões do século do mal
O jogo do poder sionismo europeu
Crianças putrefatas dando as mãos
Anuncia mais um jornalista que morreu.
Bombas refletem medo e dor
Nos olhos fermentado agonia
A humanidade tem que mudar
Trazendo paz e harmonia
Se há um mundo em chamas!?
São os canalhas bestas feras.
Que fazem tristeza em sinfonia.
O Alcorão sangrento, fé e violência
O manicômio de loucos totalitários
Vitimas do próprio veneno
És reles vil laços sanguinários!?
Jovens fanatizados ideologicamente
A política, religião faz ser crente?!
Islamistas, Al-Qaeda e EIIL partidários
Mulheres tratadas como lixos
Sem alguma alternativa
Doutrinam a burca como rebanho
A pele pálida sem vida
Maomé um deficiente em massa
Sua regra deturpada passa
Pois terão voz ativa

Negro repulsa todo ódio
Da Europa sionista vs islã
Vencedores e vencidos de guerra
A navalha corta o pedaço de lã
Do filho querido órfão
Perdido nas cruzadas armada.
A dança das ninfas da flauta de pã
Mascaras rasgam as simetrias
Dos destroços do prédio
Lobos nas frestas almejam
Um alvo daquele trapézio
Whisky,champanhe e vinho
Basilicata dentro do ninho
Era apenas, o sonho do remédio
Ao alvorecer toda fotografia
Faz a angustia dizimar
Aflição empunha lenço branco
Esse martírio vai terminar
Temperes suavizara vida
Reconstruir ou esta de partida?!
Ainda quero vê o lindo mar
Vê reluzente a primavera boreal
Nasce o solstício de verano
Dês o hemisfério norte e sul
Se encontram maestro soberano
Esperanças constituída com respeito
Uma pátria estufa o peito
Diz! liberdade sou deste oceano
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Duas rodas
07.04.2014
A tensão das veias arranca
Com uma agulha q costura
Na cidade 180km por hora
Subidas esburacada dura
Adrenalina,ruas e emoção.
O transito pulsa acelaração
Terra batida quem segura?!
O meu endereço é milhas
lugares em filme kodak
Eu mais um andarilho
Traçado em auto card
Fim da tarde revoada
Ao Longe cidade povoada
Segue ao ar seco que arde
Cai os goles de chuva
A frente, lindo horizonte
Ao estilo easy rider
Passando abismo e ponte
Ao fim desta lama
O alivio, coração acalma
Ao vê flor de lótus ao monte
A tensão das veias arranca
Com uma agulha q costura
Na cidade 180km por hora
Subidas esburacada dura
Adrenalina,ruas e emoção.
O transito pulsa acelaração
Terra batida quem segura?!
O meu endereço é milhas
lugares em filme kodak
Eu mais um andarilho
Traçado em auto card
Fim da tarde revoada
Ao Longe cidade povoada
Segue ao ar seco que arde
Cai os goles de chuva
A frente, lindo horizonte
Ao estilo easy rider
Passando abismo e ponte
Ao fim desta lama
O alivio, coração acalma
Ao vê flor de lótus ao monte
terça-feira, 1 de abril de 2014
Desregramento dos sentidos
02/04/2014
Dissipado a energia canalizada
O vácuo ecoa o ruído
rua, esquina cheia de vingança
O carrasco compulsa proibido
Mansão o aborto do holocausto
Vultos a imagem de Fausto
Vozes de tristeza doido
Vitimas da clemencia
Experimentos alucinados
Loucura traz o sentir
Fulguras dos maculados
No ventre das sem almas
Pútrido queimando em chamas
Estão todos ejaculados
Expansão está ali e aqui
Portas, espelhos ocultos
Reflete o cobre da pia
O ambiente cheio de sustos
Quanto mais se descobria
Um dia menos que sobrevivia
Nesse terror dos surtos
O vento entrando na janela
O candelabro e retratos se movia
Uma força além de inerente
Propagava noite e dia
A morfina não dava efeito
Ultrapassava, antagônico defeito
A bolha casa lhe prendia
Vagando a luz do castiçal
Não era elfos e faunos
Nem a ilha de Alcatraz
Se abduzisse pelos UFOS
O pragmático era a tara
Da distorção de uma guitarra
Na mente em seus diurnos
sábado, 8 de fevereiro de 2014
Equilátero global
08.02.2014
A sua velhice não serve mais
Trocou-me por um corpo novo
A minha carne é a mesma
Não estou no bico do corvo
Tudo vira cinza sem elixir
Ostentação e o existir
A voz amordaçada com ovo
Papel crochê tecido de cetim
Numa vitrine qualquer
Sinuosas lindas curvas
Um manequim índia mulher
Estou degustando com café
Na Avenida Ricardo Jafet
Segurando a fecha do paiter
O amor é palhaço de fantoche
Ela leva tudo de jogada
Vê ouro em sua prótese dentária
Paga caixa de viagra estragada
Finge os olhos sem emoção
Cai de boca no cartão
Sua alma esta afogada
Um homem desiludido
O amor sugou as suas notas
És seu bordel particular
Suas bonecas hiper-realistas
O sexo alimenta a imaginação
Os corpos delgados da razão
John Cage reflexos surrealistas
A vida carnal se indo....
A festa da fertilidade
O sexo presta para um plástico
Da vida ilusões da
prosperidade
Que no amanhã vira milhões
Se seduzindo aos bilhões
São os desfeitos dessa humanidade
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Subcutâneo
23.01.2014
Na esquizofrenia elétrica
A vida inclina e beira
O sol nasce e se põe
Andei tanto nessa poeira
Passei por ali descalço
Na estrada seu passo
Pés no carvão craveira!!
Arapongas voando o horizonte
Avistando os pomares
Cheio de farto frutos
É nítido em seus olhares
A fartura é extrema
Abundância sem dilema
A riqueza em valores
Mergulhei no extenso magma
Eu era um vulcão
Minha carne tornou cinza
A alma presa no paredão
Ressurge como a fênix
Gosto estranho de anis
Tudo eloquente sem
chão
Os tubos me torciam
Dilaceravam minha carne
Rasgando, furo na pele.
Varias cores me parece
A dose estendia a ele
Psicodélico do subconsciente
Perdi ali meu consciente
Que atroz era aquele?
Estava meditando no chão
Ali nascia uma arvore
Envolta o canto dos índios
Celebre o nascer do ire rê
Pulsa as batidas do coração
O tambor abriu a percepção
Fincando audaz célere
Num retrato senil
Vi mamãe na pintura
Tão jovial e formosa
Em torno da escultura
Caia como folha morta
Via essa coisa torta
Cadê o fim da loucura?!
Sua biografia retrograda
Nas linhas da antropologia
Vivendo contos de Matim page
Você era apenas mais um
Se tornando vintage
Nesse túnel há saída
Nunca era a despedida
Dos delírios de erige
Seu eu lhe falava
Valorize a família
Eles querem seu bem
Pois a fé jamais cairia
Plantando a semente do bem
Eleva-se além o zen
A voz sempre lhe dizia
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