02/04/2014
Dissipado a energia canalizada
O vácuo ecoa o ruído
rua, esquina cheia de vingança
O carrasco compulsa proibido
Mansão o aborto do holocausto
Vultos a imagem de Fausto
Vozes de tristeza doido
Vitimas da clemencia
Experimentos alucinados
Loucura traz o sentir
Fulguras dos maculados
No ventre das sem almas
Pútrido queimando em chamas
Estão todos ejaculados
Expansão está ali e aqui
Portas, espelhos ocultos
Reflete o cobre da pia
O ambiente cheio de sustos
Quanto mais se descobria
Um dia menos que sobrevivia
Nesse terror dos surtos
O vento entrando na janela
O candelabro e retratos se movia
Uma força além de inerente
Propagava noite e dia
A morfina não dava efeito
Ultrapassava, antagônico defeito
A bolha casa lhe prendia
Vagando a luz do castiçal
Não era elfos e faunos
Nem a ilha de Alcatraz
Se abduzisse pelos UFOS
O pragmático era a tara
Da distorção de uma guitarra
Na mente em seus diurnos
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