Objetos no canto das ruas
metálicos refletem a poça de agua
A torre elétrica confundem
Ao som da cigarra
A cidade adentro a mata
A mata adentro a cidade
Guiando pelo frescor a face
Todas suas passagens
Já conhecia, pois sua
jornada.....atormentaria
Repetidamente horas futuras
Seu passado trazia o que passou
Seu presente o relógio
Run e Vodka sem parar, sem parar
Porque o mundo tanto em corrói!?!?
Tanto me ama e me destrói?
Em cima do mirante o condor
Ao toque leve,a pluma a visão
No curto perímetro, abismo ásperos
sensação de voar se perdia o chão
E não poderia mas voltar.....mas voltar
sonhando aqui de cima
Não estou morrendo
Não estou morrendo
Não estou morrendo
Neurônios se diz alimentados
De tanto brigar, de tanto amar
Neurônios se diz alimentados
De tanto falar, de tanto sangrar
A cidade adentro a mata
A mata adentro a cidade
Um quarto de papel laminado....lá fora
