Por: Renato Varteresian Patriota
01/07/2009
És o pudor altivez
És o sereno do noturno
Se fez a nevoa cadenciada do soturno
És a água refletor de vaga-lumes incandescentes
És o espelho da margem marginal
o sodalício do corso sofrível
Invocando vistoso altruísta
Yansã chora as lágrimas de suplício
O lava roupa beira água glauco sem indolor
És o niilismo regada de nímio
És o entorpecente fétido
Débil de sensório
Alucinante catacumba vomitivo
És o azedume terçã sem sentidos
Eu, ministro da chuva rara
Enxagua a cara cor amarelada
Cai os estrumes dos urubus putrefacto
Nasce o oloroso da flora
O paradisíaco se contagindo
Nenhum comentário:
Postar um comentário